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Após uma maratona de 5 meses, entre sexos, a jogar Trivial Pursuit chegou-se á conslusão que as mulheres são mais cultas que os homens.

As mulheres conquistaram a vitória após a disputa online, que contou com mais de 15 milhões perguntas realizadas em nove idiomas.

Elas responderam acertadamente a 4.088.139 perguntas enquanto os homens responderam a apenas a 4.077.596.

A categoria mais popular global foi Entretenimento, seguido por Ciências & Natureza, Desporto e Lazer, História, Artes e Literatura, Geografia e, finalmente, Pessoas & Lugares.

Elas arrasaram na categoria Entretenimento, como os homens a responderem correctamente a apenas com 56,8% das perguntas desta categoria.

A categoria Pessoas & Lugares apresentou o maior desafio para as mulheres com apenas 41,7% das respostas correctas.

As melhores categorias para os homens foram Ciência e Natureza (acertaram 57%). Também no Desporto eles foram imbatíveis, já as mulheres no Desporto e Lazer apenas acertaram em 54,8% das respostas.

A duas categorias mais fracas para ambos foram Geografia e Pessoas & Lugares, com apenas menos de metade das perguntas respondidas correctamente para cada um.

A próxima batalha será entre gerações – entre os 30 e os com mais anos 30. Vai começar em março em http://www.trivialpursuitexperiment.com


Fonte: Ananova
Data: 28/02/2010
Por: Wilson



A cidade de White Sulphur Springs, em West Virginia nas montanhas Allegheny tem sido um sitio de férias para os poderosos e privilegiados desde o inicio de 1800. E o que começou como sendo apenas um sitio para passar férias com casas espalhadas por todo o lado tornou-se agora num resort de luxo, o Greenbrier. Inclui um spa, três campos de golfe, percursos para andar a cavalo, bowling, lojas opulentes, uma escola de culinária e um museu.

Mas a sua instalação mais notável está longe de ser Luxuriante, o seu propósito é a antítese da recriação. Construído durante a Guerra Fria, operou em segredo durante mais de 30 anos, é um abrigo subterrâneo anti-nuclear, que seria utilizado por todos os membros do Congresso Americano, caso acontecesse um ataque nuclear em solo Americano. Oficialmente designado como Projecto Greek Island, mais conhecido como The Bunker (o Bunker), foi posto fora de comissão após a sua localização ter sido revelada pelo Washington Post em 1992.

Escavações para a construção do projecto Greek Island começaram em 1958. Através de um acordo secreto, o bunker ocupa mais de 100.000 pés quadrados de área (9290 metros quadrados) , com paredes de betão com uma espessura que vai até 5 pés (1.5 metros), a porta do bunker resistente a explosões nucleares tem uma largura de 10 pés (3 metros), 12 pés de altura (3.6 metros), e 18 polegadas de espessura (0.5 metros) e pesa 25 toneladas, foi transportada de Ohio por via de caminho de ferro juntamente com outras 3 portas (sendo que a mais pesada pesava 40 toneladas). Quando seladas, o bunker tinha ar suficiente para suportar 1100 pessoas durante 72 horas, após esse período de tempo as condutas de ar teriam que ser abertas deixando entrar o ar potencialmente perigoso do exterior.

A construção foi completa em 1962 mesmo a tempo da Crise de misseis de Cuba, que acabou por ser a única altura em que o bunker foi mantido em alerta vermelho, depois disso nos seguintes 30 anos, técnicos do governo, fazendo-se passar por empregados de uma empresa falsa, Forsy Associates, realizavam a manutenção das instalações, verificando regularmente as comunicações e equipamento cientifico.

Em contraste com a grande opulencia vivida no exterior, o bunker tem todo o charme de um parque de estacionamento subterrâneo, 18 dormitórios equipados com beliches estreitos e cacifos. Nas refeições a comida congelada pronta a cozinhar era servida num refeitório bem iluminado mas tristonho. Corredores estreitos e compridos de betão que fazem ecoar e tornar muito alto o mais pequeno barulho são iluminados por luzes fluorescentes. Num quarto de instruções, os legisladores podiam enviar mensagens televisivas aos sobreviventes que tivessem ainda acesso a electricidade. Mais abaixo a 64 pés da superfície (20 metros), geradores a diesel forneciam energia, e grandes tanques continham 75.000 galões de água (284.000 litros). Selados do Armagedão exterior, o bunker poderia operar em total capacidade durante 2 meses, após os quais seria esperado que os ocupantes pudessem emergir em segurança.


Fontes:
www.trave.nytimes.com
Data: 27/02/2010
Por: José .R

Já ouviu falar em epidemias?! Claro que sim... Recentemente até apareceu a GRIPE A (H1N1), mas será que essa é uma epidemia de proporções epícas ou bíblicas?! Conheça então:


As dez piores epidemias, ou pandemias, da História da Humanidade!

Poucas palavras sintetizam tanto o horror, a miséria e a maldição quanto a palavra “peste”. Afinal de contas, as doenças infecciosas causaram muitos danos durante séculos. Elas dizimaram populações inteiras, exterminaram raças, causaram mais mortes que as guerras e desempenharam um papel importante no decorrer da história.
Os homens primitivos encontravam os micróbios que causavam as doenças no ambiente em que viviam, na água que bebiam, no alimento que consumiam. Eventualmente, um surto podia dizimar um pequeno grupo, mas eles nunca se depararam com nada semelhante às doenças dos períodos históricos seguintes. Só depois que o homem começou a formar grupos populacionais maiores é que as doenças contagiosas começaram a se disseminar em proporções epidêmicas.

epidemias
iStockphoto.com/Neil German
Um actor finge ser o Anjo da Morte para uma pequena multidão. Ironicamente, o surgimento das doenças epidêmicas acompanha de perto o aumento das cidades populosas.

Uma epidemia ocorre quando uma doença afecta, de forma desproporcional, uma grande quantidade de pessoas dentro de uma determinada população, como uma cidade ou uma região geográfica. Se ela atinge números ainda maiores e uma área mais ampla, esses surtos se transformam em pandemias.
Os seres humanos também ficaram mais expostos a novas doenças fatais domesticando animais, que já possuem seus próprios micróbios. Ficando em contacto directo com animais antigamente selvagens, os primeiros criadores deram a esses micróbios uma oportunidade de se adaptarem a hospedeiros humanos.
Conforme o homem foi ampliando seu território, ficou mais em contato com os micróbios que, de outra forma, poderia nunca ter encontrado. Com o armazenamento de comida, o homem atraiu criaturas que se alimentam de lixo, como ratos e ratazanas, que carregavam mais micróbios. A expansão humana também resultou na construção de mais poços e canais que, com suas águas paradas, eram lugares ideais para os mosquitos portadores de doenças. Como a tecnologia permitiu viagens e comércios mais distantes, novos microorganismos conseguiram se espalhar com mais facilidade de uma região altamente populosa para outra.
Ironicamente, muitos dos pilares da sociedade humana moderna abriram caminho para uma de suas maiores ameaças. E com o nosso desenvolvimento, os micróbios também evoluem.
Neste artigo, veremos 10 das piores epidemias que assolaram a humanidade e saberemos como funciona cada doença.

Varíola

Antes que os exploradores, conquistadores e colonizadores europeus começassem a encher o Novo Mundo no início de 1500, as Américas eram a casa de aproximadamente 100 milhões de nativos. Durante os séculos que se seguiram, as doenças epidêmicas reduziram esse número para algo entre 5 e 10 milhões. Embora esses povos, como os incas e os aztecas, tenham construído cidades, elas não moravam nelas tempo suficiente para propagarem o tipo de doenças que os europeus possuíam, nem tinham domesticado tantos animais. Quando os europeus chegaram às Américas, levaram consigo uma grande quantidade de doenças, para as quais os nativos não tinham defesa nem imunidade.

varíola
Hulton Archive/Getty Images
Esta pintura representa a conquista da capital azteca Tenochtitlán pelo explorador espanhol Hernando Cortez, a 13 de agosto de 1521. O que garantiu sua vitória não foi nenhuma arma de fogo moderna, mas a varíola que os conquistadores levaram acidentalmente para o continente.

A principal dessas doenças foi a varíola, causada pelo vírus da varíola. Esse vírus começou a afetar os humanos há milhares de anos, sendo que a forma mais comum da doença foi responsável por uma taxa de mortalidade de 30%. A varíola provoca febre alta, dores no corpo e erupções que logo passam de protuberâncias e crostas cheias de líquido para cicatrizes permanentes. A doença é transmitida principalmente pelo contacto directo com a pele ou com os líquidos do corpo de uma pessoa infectada, mas também pode se espalhar pelo ar em ambientes fechados.
Apesar da criação de uma vacina, em 1796, a epidemia da varíola continuou se espalhando. Em 1967, o vírus matou dois milhões de pessoas e assustou outras milhares em todo o mundo. Nesse mesmo ano, a Organização Mundial da Saúde liderou uma campanha para erradicar o vírus por meio de vacinações em massa. Como resultado, 1977 marcou o último caso de varíola que ocorreu naturalmente. Permanentemente eliminada do mundo natural, a doença existe apenas em laboratório

Gripe de 1918

Em 1918, o mundo assistia ao fim da Primeira Guerra Mundial. No fim daquele ano, o número estimado de mortos chegaria a 37 milhões no mundo inteiro e milhões de soldados tentavam voltar para casa. Então, surgiu uma nova doença. Alguns a chamaram de gripe espanhola, outros de a grande gripe ou ainda de gripe de 1918. Independemente disso, a doença matou aproximadamente 20 milhões de pessoas em questão de meses. Em apenas um ano, a gripe desapareceria, mas apenas depois de causar um número espantoso de mortes. As estimativas globais variam entre 50 e 100 milhões de fatalidades naquele ano. Muitos a consideram a pior epidemia (depois pandemia) registrada na história da humanidade.

gripe espanhola
Hulton Archive/Getty Images
Enfermeiras cuidam de vítimas da epidemia de gripe espanhola de 1918 dentro de barracas de lona, em Massachusetts

A gripe de 1918 não foi causada pelo vírus típico da gripe que vemos anualmente. Era uma nova estripe do micróbio da gripe, o vírus A da gripe aviária H1N1. Os cientistas suspeitam que a doença tenha sido transmitida dos pássaros para os humanos no meio-oeste americano pouco antes do surto. Foi batizada, posteriormente, de gripe espanhola depois que uma epidemia na Espanha matou 8 milhões de pessoas.
No mundo inteiro, o sistema imunológico das pessoas estava totalmente despreparado para o novo vírus – assim como os aztecas não esperavam a chegada da varíola, por volta de 1500. O transporte de tropas e as linhas de abastecimento no fim da Primeira Guerra Mundial permitiram que o vírus chegasse rapidamente a proporções pandêmicas, espalhando-se para outros continentes e países.
A gripe de 1918 apresentava os sintomas típicos de uma gripe normal, como febre, náusea, dores e diarréia. Além disso, os pacientes frequentemente desenvolviam manchas escuras nas bochechas. Quando os seus pulmões se enchiam de líquido, eles corriam o risco de morte por falta de oxigênio. Muitos morreram porque se afogaram com a própria secreção.
A epidemia desapareceu em apenas um ano, quando o vírus mudou para outras formas menos fatais. A maioria das pessoas, hoje, apresenta algum grau de imunidade a essa família de vírus H1N1, herdada daqueles que sobreviveram à pandemia.

A Peste Negra

peste negra
Hulton Archive/Getty Images
"Esta pintura de 1656 representa um médico usando roupa e máscara de proteção."
Carroças cheias de cadáveres, famílias agonizantes isoladas, reis e camponeses implorando libertação – quando se trata de doenças epidêmicas, poucas têm imagens tão terríveis como a peste negra.
Considerada a primeira doença verdadeiramente pandêmica, a peste negra matou metade da população da Europa, em 1348, e dizimou partes da China e da Índia. Essa “grande agonia” seguiu os caminhos do tráfico e da guerra, exterminando cidades e mudando para sempre a estrutura das classes, as políticas globais, o comércio e a sociedade. A peste é uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Yersinia pestis. Ela espalha-se pelas populações animais, inclusive humanas, por meio de picadas de pulgas infectadas. Essas pulgas geralmente alimentam-se de ratos, e é por isso que um grande número de ratos mortos é sinal de uma epidemia iminente. A forma mais conhecida de peste, a peste bubônica, recebe esse nome por causa dos nódulos linfáticos inchados e doloridos, ou bubões, que a doença causa.
Por muito tempo, a peste negra foi considerada uma epidemia de peste, viajando com sua forma bubônica nas pulgas de rato, e pelo ar, na forma pneumônica. Estudos recentes colocaram isso em dúvida. Alguns cientistas afirmam que a peste negra pode ter sido um vírus hemorrágico semelhante ao ebola. Essa forma de doença resulta em fortes hemorragias. Os cientistas continuam estudando material genético de supostas vítimas da peste na esperança de descobrir provas genéticas que confirmem suas teorias.
Causada pela bactéria Yersinia pestis, a doença ainda pode representar um problema em áreas pobres e infestadas por ratos. A medicina moderna permite o tratamento fácil da doença em seus estágios iniciais, tornando-a uma ameaça bem menos fatal. Os sintomas são glândulas linfáticas inchadas, febre, tosse, muco com sangue e dificuldade para respirar.

Malária

A malária não é novidade para o mundo das doenças epidêmicas. Há registros do seu impacto nas populações humanas há mais de 4 mil anos atrás, quando os escritores gregos observaram os seus efeitos destruidores. A descrição da doença transmitida por mosquito surgiu nos textos médicos antigos da Índia e da China. Até então, os cientistas associavam a doença às águas paradas onde os mosquitos proliferavam.
A malária é causada por protozoários do gênero Plasmodium comuns a duas espécies: mosquitos e seres humanos. Quando os mosquitos infectados se alimentam do sangue humano, eles transmitem esses protozoários. Uma vez no sangue, eles crescem dentro dos glóbulos vermelhos, destruindo-os. Os sintomas variam de moderados a fatais, mas, normalmente, incluem febre, calafrios, sudorese, cefaléia e dores musculares.

mosquiteiro
Phillip Ojisua/AFP/Getty Images
Organizadores preparam o maior mosquiteiro do mundo para o African Summit on Roll Back Malaria (Conferência Africana para a Redução da Malária), em 2000. A doença continua matando, anualmente, mais de um milhão de pessoas na África subsaariana.
Há uma grande dificuldade de se obter números específicos relacionados às antigas epidemias de malária. É possível ver melhor os efeitos anteriores da doença se analisarmos os grandes empreendimentos nas regiões infestadas pela malária. Em 1906, os Estados Unidos empregaram mais de 26 mil trabalhadores para a construção do Canal do Panamá. Os organizadores hospitalizaram mais de 21 mil deles por conta da doença.
Apenas na Guerra Civil Americana, 1.316.000 homens supostamente tiveram a doença e 10 mil morreram. Durante a Primeira Guerra Mundial, a malária imobilizou as forças britânicas, francesas e alemãs durante três anos. Aproximadamente, 60 mil soldados norte-americanos morreram da doença na África e no Pacífico Sul durante a Segunda Guerra Mundial.
No fim da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos tentaram impedir a epidemia da malária. No início, o país progrediu bastante usando o inseticida DDT (Dicloro-difenil-tricloroetano), hoje proibido, e depois, tomou medidas preventivas para manter baixas as populações do mosquito. Depois que o CDC (Centro de Controle de Doenças) declararou que a malária tinha sido erradicada nos Estados Unidos, a Organização Mundial da Saúde começou a erradicá-la no mundo inteiro. Entretanto, os resultados foram heterogêneos e os custos, a guerra, a política, assim como o surgimento de mosquitos resistentes a inseticidas e de estripes de malária resistentes aos medicamentos, finalmente, levaram ao abandono do projeto.
Atualmente, a malária continua representando um problema em boa parte do mundo, especialmente na África subsaariana, área que foi excluída da campanha de erradicação da OMS. Anualmente, entre 350 e 500 milhões de casos de malária ocorrem na região. Desses casos, mais de 1 milhão resultam em morte. Mesmo nos Estados Unidos, ocorrem mais de mil casos e várias mortes por ano, apesar das declarações anteriores de erradicação.

Tuberculose

A tuberculose causou grande impacto na humanidade e destruiu muitas populações. Os textos antigos detalham a maneira como as vítimas da doença eram afetadas. Houve, inclusive, evidências de DNA (ADN em portugês) da doença descobertas em múmias egípcias.
Provocada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, a tuberculose é transmitida de pessoa para pessoa através do ar. A bactéria geralmente chega aos pulmões, causando dores no peito, fraqueza, perda de peso, febre, sudorese noturnos e crises de tosse com sangue. Em alguns casos, a bactéria também afeta o cérebro, os rins ou a coluna vertebral.

tuberculose
Deshakalyan Chowdhury/Associated Foreign Press/Getty Images
Mãe e filho esperam atendimento num hospital público na periferia de Kolkata, Índia, onde a tuberculose é um grande problema de saúde pública
No início do século 17, a epidemia de tuberculose na Europa, conhecida como a grande peste branca, matou aproximadamente uma em cada sete pessoas infectadas. A tuberculose era um problema comum na América colonial. Mesmo no fim do século 19, 10% de todas as mortes nos Estados Unidos eram atribuídas à tuberculose.
Em 1944, os médicos desenvolveram o antibiótico estreptomicina, usado no combate à doença. Foram feitos mais avanços nos anos seguintes e, depois de 5 mil anos de sofrimento, a humanidade finalmente tinha uma cura para o que os gregos antigos chamavam de tísica, “a doença devastadora”.
Apesar das curas e dos tratamentos modernos, a tuberculose continua infectando cerca de 8 milhões de pessoas anualmente, matando, consequentemente, cerca de 2 milhões. A doença reapareceu com força na década de 90 devido à falta de programas de prevenção e tratamento, à pobreza mundial e ao surgimento de novas estripes resistentes a antibióticos. Além disso, pacientes com HIV/AIDS (SIDA em Português) ficam com o sistema imunológico comprometido, tornando-se mais susceptíveis à doença. Assim como o vírus da SIDA se propagou em todo o mundo, a tuberculose também reapareceu.

Cólera

As pessoas da Índia sempre conviveram com os perigos da cólera, mas somente após o século 19 o resto do mundo conheceu essa doença. Durante esse período, os navios mercantes exportavam acidentalmente a bactéria mortal para cidades da China, do Japão, da África do Norte, do Oriente Médio e da Europa. Seguiram-se seis pandemias de cólera que mataram milhões de pessoas.

 Vibrio cholerae: A bactéria que causa cólera (ao microscópio eletrônico)

A cólera é causada por uma bactéria intestinal chamada Vibrio cholerae. As infecções geralmente são moderadas. Cerca de 5% das pessoas que contraem a doença apresentam vômito, diarréia e cãibras fortes nas pernas - sintomas que levam rapidamente à desidratação grave e à queda acentuada da pressão arterial. Pode-se contrair a bactéria através de contacto físico direto com pessoa contaminada, mas a cólera propaga-se principalmente pela água e pelos alimentos contaminados.
Devido às condições duras e miseráveis das principais cidades da Europa durante a revolução industrial no início do século 19, a cólera propagou-se novamente. Os médicos exigiam condições de vida melhores e mais sistemas de esgoto sanitário, achando que o "ar poluído" era o responsável pela epidemia. Essa medida ajudou bastante, mas foi somente depois que a doença foi associada à água contaminada que a quantidade de casos diminuiu consideravelmente.
Durante décadas, a cólera foi esquecida - parecia ser apenas uma doença do século 17, derrotada pelas melhorias no saneamento e na medicina. No entanto, uma nova estripe de cólera surgiu em 1961, na Indonésia, tendo se espalhado para uma grande parte do mundo. A pandemia resultante continua até hoje. Em 1991, a cólera debilitou cerca de 300 mil pessoas e matou outras 4 mil pessoas.
Como a SIDA, é notícia com frequência, esta terrivél doença acabou por inspirar muitos filmes, peças, programas de TV e livros premiados.

AIDS / SIDA

O surgimento da SIDA, nos anos 80, levou a uma pandemia mundial, matando cerca de 25 milhões de pessoas desde 1981. De acordo com estatísticas recentes, 33,2 milhões de pessoas são HIV-positivas e 2,1 milhões de pessoas morreram de SIDA apenas em 2007.

AIDS
Yoav Lemmer/AFP/Getty Images
Uma publicidade contra a SIDA na cidade de Gaborone, na Botsuana, em outubro de 1999. Na época, mais de um em cada quatro adultos, em Botsuana, estavam infectados com o vírus HIV/SIDA.
A AIDS ou SIDA (síndrome da imunodeficiência adquirida em português) é causada pelo HIV (vírus da imunodeficiência humana). O vírus é transmitido pelo contato com sangue, sêmen e outros líquidos do corpo, e afecta o sistema imunológico humano. Com o sistema imunológico enfraquecido, abrem-se caminhos para infecções, chamadas de infecções oportunistas, que, de outra forma, não representariam um problema. A infecção pelo vírus HIV transforma-se em SIDA quando o sistema imunológico é gravemente afetado.
Os cientistas acreditam que o HIV foi transmitido aos humanos através de certas espécies de macacos e símios em meados do século 20, outros acreditam que o vírus do HIV foi enviado por Deus como uma das pragas descritas no Apocalipse da Bíblia, mas o certo é que ninguém sabe ao certo de onde é que esta doenta extremamente mutável apareceu ou de onde vêm. Durante a década de 70, a população da África cresceu e a guerra, a pobreza e o desemprego assolaram as áreas urbanas. A prostituição e o abuso de drogas injetáveis chegaram ao caos, e o HIV passou a ser transmitido através de relações sexuais sem preservativo e da reutilização de seringas e agulhas contaminadas. Mesmo nos hospitais, o reaproveitamento de seringas e agulhas, e as transfusões de sangue contribuíram para a epidemia.
Ainda não há cura para a SIDA, embora certos medicamentos possam impedir que o HIV se transforme na doença. Outros medicamentos podem ajudar a combater as infecções oportunistas. Várias organizações promoveram campanhas de tratamento, conhecimento e prevenção da SIDA. Como já foi dito, o HIV geralmente é transmitido através da relação sexual e do uso de agulhas compartilhadas. Os médicos continuam recomendando o uso de preservativos e agulhas descartáveis. Por curiosidade, recentemente descubriu-se que o vírus do HIV não é um vírus comúm mas um Retro-Vírus.

Febre amarela

Quando os europeus começaram a importar escravos africanos para as Américas, eles também levaram uma série de novas doenças, como a febre amarela. Essa doença arrasou as colônias, dizimando fazendas e até grandes cidades.
febre amarela
Joedson/AFP/Getty Images
Uma moradora de Águas Lindas, em Goiás, é vacinada contra a febre amarela durante uma epidemia em 2008
Quando o imperador da França, Napoleão Bonaparte, enviou um exército com 33 mil homens às terras francesas na América do Norte, a febre amarela matou 29 mil deles. Napoleão ficou tão chocado com a quantidade de mortos que decidiu que o território não valia o risco de mais perdas. A França vendeu essas terras aos Estados Unidos em 1803 – um acontecimento conhecido na história como a Compra da Louisiana.
A febre amarela, assim como a malária, é transmitida de uma pessoa a outra através da picada de mosquitos. Os sintomas são febre, calafrios, fortes dores de cabeça, dor muscular, dor nas costas e vômito. A gravidade dos sintomas varia de moderada a fatal e as infecções graves podem levar a sangramento, choque e insuficiência renal e hepática. A insuficiência hepática provoca icterícia, ou seja, a coloração amarelada da pele, que dá à doença seu nome.
Apesar da vacinação, dos procedimentos de tratamento aprimorados e do controle do mosquito, as epidemias da doença persistem até hoje na América do Sul e na África.

Tifo epidêmico

Aglomere uma certa quantidade de pessoas em péssimas condições de higiene e você provavelmente terá uma infestação de piolhos. As cidades miseráveis e as tropas acampadas, por toda a história, tiveram que suportar as ameaças dos parasitas e das bactérias devastadoras. O minúsculo micróbio Rickettsia prowazekii causa uma das doenças infecciosas mais arrasadoras que o mundo já viu: o tifo epidêmico.

tifo
George Rodger/Time & Life Pictures/Getty Images
Esta foto de 1945, mostra um soldado britânico pulverizando uma prisioneira recém-libertada das condições imundas no campo de concentração de Bergen-Belsen – medida necessária para combater o tifo epidêmico.

Essa doença assolou a humanidade durante séculos, causando milhares de mortes. Dada sua frequência entre as tropas acampadas, geralmente era chamada de “febre do campo” ou “febre da guerra”. Durante a Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), na Europa, o tifo, a peste e a fome atingiram cerca de 10 milhões de pessoas. Algumas vezes, os surtos de tifo determinaram o resultado de guerras inteiras.
Quando as forças espanholas ficaram cercadas na fortaleza moura de Granada, em 1489, um surto de tifo fez com que passassem de 25 mil para 8 mil soldados em apenas num único mês. Devido à destruição causada pela doença, passou-se mais um século sem que os espanhóis conseguissem expulsar os mouros da Espanha. Tão recente quanto a Primeira Guerra Mundial, a doença provocou milhões de mortes na Rússia, na Polônia e na Romênia.
Os sintomas do tifo epidêmico normalmente são dores de cabeça, falta de apetite, mal-estar e um rápido aumento da temperatura, que logo se transforma em febre, acompanhada de calafrios e náuseas. Se não for tratada, a doença afeta a circulação sanguínea, resultando em pontos de gangrena, em pneumonia e em insuficiência renal. A febre muito alta pode evoluir para um quadro de delírio, coma e insuficiência cardíaca.
Melhores métodos de tratamento e condições sanitárias diminuíram bastante o impacto do tifo epidêmico nos tempos modernos. O surgimento de uma vacina contra o tifo durante a Segunda Guerra Mundial e o uso difundido de DDT em populações com piolhos ajudaram a eliminar permanentemente a doença no mundo desenvolvido. Os surtos ainda ocorrem em partes da América do Sul, da África e da Ásia.

Poliomielite

Os investigadores suspeitam que a poliomielite foi uma epidemia que atingiu os humanos durante milênios, paralisando e matando milhares de crianças. Por volta de 1952, estima-se que houve 58 mil casos da doença apenas dos Estados Unidos – 1/3 dos pacientes estava paralisado. Desses, mais de 3 mil morreram.
poliomielite
Keystone/Getty Images
Um operário, em 1956, no Glaxo Laboratories, mistura três estripes distintas de poliovírus mortos para preparar a vacina final
 
A causa da poliomielite é o poliovírus, que atinge o sistema nervoso do homem. Dissemina-se por material fecal, normalmente sendo transmitido através de água e alimentos contaminados. Os sintomas iniciais são febre, fadiga, dores de cabeça, vômito, rigidez e dor nos membros. Com isso, aproximadamente 1 em 200 casos evolui com paralisia. Embora normalmente afete as pernas, a doença às vezes atinge os músculos respiratórios geralmente com resultados fatais.
A poliomielite ocorre com mais frequência em crianças, mas também pode atingir adultos. Tudo depende de quando a pessoa encontra o vírus pela primeira vez e desenvolve sua primeira infecção. O sistema imunológico está mais bem preparado para combater a doença em crianças, por isso, quanto mais idade a pessoa tiver na primeira infecção, maior será o risco de paralisia e de morte.
A poliomielite é uma enfermidade antiga para o homem e circula pelo mundo há séculos. Com a elevada exposição ao vírus, a imunidade ficou mais alta, especialmente em crianças. No século 18, os métodos de saneamento melhoraram em muitos países. Isso limitou a disseminação da doença, diminuiu a imunidade natural e as chances de exposição ainda na infância. Consequentemente, uma quantidade cada vez maior de pessoas mais velhas contraiu o vírus e o número de casos de paralisia nas nações desenvolvidas disparou.
Não existe uma cura efectiva para a poliomielite, mas os médicos aperfeiçoaram a vacina contra a doença no início da década de 50. Desde então, os casos nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos caíram drasticamente, e apenas algumas nações em desenvolvimento ainda apresentam a doença em níveis epidêmicos. Como os seres humanos são os únicos portadores conhecidos do vírus, a vacinação em massa praticamente garante a extinção da poliomielite. Em 1988, a Organização Mundial da Saúde organizou a Iniciativa de Erradicação Global da Poliomielite para alcançar esse objetivo.

Actualmente, durante o Século XXI, já surgiram pandemias potencialmente mais letais e perigosas, mas, não causaram, por enquanto, tantas mortes como as 10 pandemias acima descritas...

2003 - Vírus SARS
Em 2003, havia preocupações que a SARS, uma forma nova e altamente contagiosa de pneumonia atípica causada por um coronavírus SARS-CoV, poderia se tornar pandemia. A acção rápida por autoridades nacionais e internacionais de saúde como a Organização Mundial de Saúde ajudaram a deixar transmissão lenta, terminando as epidemias localizadas antes que eles pudessem se tornar uma pandemia. A doença não foi erradicada, porém, poderá re-emergir inesperadamente se não for devidamente monotorizada...

2004 - Gripe Aviária, ou, a Gripe das Aves
Em fevereiro de 2004, o vírus da gripe aviária foi descoberto em pássaros no Vietname. Teme-se que, se o vírus da gripe aviaria combinar com um vírus de gripe humano (num pássaro ou num humano), o subtipo novo criado poderia ser altamente contagioso e altamente letal em humanos. Tal subtipo poderia causar uma pandemia de gripe global, semelhante à gripe espanhola...

2009 - Gripe Suína (Gripe A)
Gripe suína é o nome dado a uma doença causada pelo vírus H1N1, uma combinação das estripes os vírus aviário e humano (o que se temia que acontecesse em 2004!). A contaminação dá-se com um humano contaminado directamente outro humano, ou contaminando objectos ou sítios. Não há riscos no contacto entre porcos e humanos, nem no consumo da carne de porco. Em 2009, o governo mexicano anunciou 150 mortes até ao dia 29/04/09 causadas pelo H1N1 o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar que a doença tem grandes chances de se tornar uma pandemia... No dia 30 de Abril de 2009 a OMS aumentou o nível pandêmico da gripe AH1N1 para fase 5.
O nome Gripe Suína foi alterado pela OMS para Gripe A, pois o nome poderia afetar o comércio suíno. No dia 11 de junho de 2009 a OMS aumentou o nível para 6, caracterizando uma pandemia. No momento do decreto eram registrados 27.737 casos de gripe A no mundo e 141 mortes...

Nota: As epedemias não estão propriamente por ordem...

Fontes: HowStuffWorks, Wikipédia, entre outros...
Data: 26/02/2010
Por: Wilson

Boa noite pessoal, estou de volta para vos apresentar mais um anime.

One Piece




Esta é a história de Luffy, desde pequeno que ouve histórias de piratas e das suas grandes aventuras, então cresce com o sonho de se tornar pirata e chegar um dia a ser o rei dos piratas. Para essa aventura Luffy vai encontrando pessoas especiais que se juntam a ele nesta grande viagem para tentarem encontrar "One Piece", um grande tesouro escondido pelo lendário pirata, Gold Roger. Ao longo da serie vão enfrentando outros piratas, membros da marinha e outros inimigos que lhes aparecem à frente. Esta é uma serie que já tem algum tempo, cerca de dez anos, mas ainda não tem data prevista para acabar.


Titulo: One Piece
Titulo Original: One Piece
Género: Acção/Aventura, Comédia, Fantasia, Piratas
Tipo: Serie
Episódios: ?
Data de começo: 20/10/1999
Data do Fim: Ainda não existe data para o fim

Escolhi este AMV cheio de acção sobre este anime:



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É um bom anime, do que vi gostei. Espero que gostem.

Fonte: Autoria Própria
Data: 25/02/2010
Por: Pedro Vitoriano

Olá pessoal, estou de volta esta semana com boas estreias nos cinemas portugueses.

O primeiro filme da semana chama-se:

Consultórios de Deus


Uma câmara oculta capta a vida dum centro de aconselhamento familiar. Dos mais banais aos casos mais alucinantes, este filme fala-nos de histórias reais. Quinze histórias de mulheres que a realizadora Claire Simon conheceu ao longo de 6 anos em diferentes centros de aconselhamento familiar.

Titulo Português: Consultórios de Deus
Titulo Original: Les Bureaux de Dieu
País de Origem: França
Idade Mínima: 12
Género: Drama
Duração: 122 min
Realizador: Claire Simon
Actores principais: Anne Alvaro(Dr Marianne), Nathalie Baye(Anne), Michel Boujenah(Dr Lambert), Rachida Brakni(Yasmine), ...
Site Oficial: -

Vou deixar-vos com o "trailer" deste filme baseado em historias reais:




O segundo filme desta semana intitula-se:

Shutter Island


O filme é passado no ano de 1954 conta a história de dois polícias, Teddy Daniels e Chuck Aule, que se dirigem a um hospital numa ilha na costa de Massachusetts para investigar o desaparecimento de uma assassina, ninguém sabe como. Cabe a estes dois agentes descobrir o que se passa naquele hospital, que na realidade é uma prisão para assassinos doentes psicológicos. O filme reúne grandes nomes do cinema como Ben Kingsley e Leonardo Dicaprio.

Titulo Português: Shutter Island
Titulo Original: Shutter Island
País de Origem: Estados Unidos
Idade Mínima: 12
Género: Drama, Suspence, Triller, Mistério, Terror
Duração: 138 min
Realizador: Martin Scorsese
Actores principais: Leonardo DiCaprio(Teddy Daniels), Mark Ruffalo(Chuck Aule), Ben Kingsley(Dr. Cawley)
Site Oficial: http://www.shutterisland.com.pt/

Mais um "trailer" espero que gostem:




Vamos já para o terceiro filme desta semana:

A Baía da Vergonha


Junto a um grupo de activistas, Ric O’Barry, o treinador dos golfinhos que protagonizaram o golfinho "Flipper", nos anos 60, arriscando as suas vidas para nos trazer estas imagens de algo terrivel que estava a acontecer aos golfinhos numa baía perto de Taiji, no Japão. Para acabar pesca dos golfinhos, que depois são vendidos para indústrias de carne de golfinho ou apenas vendê-los a oceanários. Numa tentativa de se redimir por ter capturado e treinado os cinco golfinhos que protagonizaram "Flipper", agora Ric O'Barry, tenta fazer com que as pessoas cheguem há mesma conclusão que ele, de que criaturas tão inteligentes e tão parecidas aos humanos não devem estar em cativeiro. A mim já convenceu e ainda só vi o "trailer".

Titulo Português: A Baía da Vergonha
Titulo Original: The Cove
País de Origem: Estados Unidos
Idade Mínima: 12
Género: Documentário
Duração: 92 min
Realizador: Louie Psihoyos
Pessoas que aparecem: Mandy-Rae Cruikshank, Joe Chisholm, Charles Hambleton, Simon Hutchins, Ric O'Barry, ...
Site Oficial: www.thecovemovie.com/

Deixo-vos com o "trailer" deste documentário:




Depois de um documentário um pouco triste temos uma comédia:

Espião nas Horas Vagas


Mais um comédia de Jackie Chan, desta vez Jackie é um agente da CIA, chamado Bob Ho e está prestes a receber a missão mais difícil de sempre, tomar conta dos filhos da vizinha que ele está a tentar conquistar. Uma boa comédia com as partes de acção à qual o Jackie já nos habituou.

Titulo Português: Espião nas Horas Vagas
Titulo Original: The Spy Next Door
País de Origem: Estados Unidos
Idade Mínima: 12
Género: Comédia, Acção/Aventura
Duração: 92 min
Realizador: Brian Levant
Actores principais: Jackie Chan(Bob Ho), Amber Valletta(Gillian), Billy Ray Cyrus(Colton James), Madeline Carroll(Farren), ...
Site Oficial: www.thespynextdoorfilm.com/

O "trailer" é já a seguir:




Mais um comédia:

Norte


Após uma depressão Jomar deixa a competição e começa a trabalhar como gurda numa pista de esqui. Até descobrir ser pai de um rapaz de 4 anos e decidir tentar chegar a ele. Pega numa moto de neve e 5 litros de álcool e mete-se a caminho. A sua rota é sempre para norte, porem tentar desviar-se várias vezes conhecendo pessoas que ao ouvirem a sua história metem-no de volta viagem.

Titulo Português: Norte
Titulo Original: Nord
País de Origem: Noruega
Idade Mínima: 12
Género: Comédia
Duração: 78 min
Realizador: Rune Denstad Langlo
Actores principais: Anders Baasmo Christiansen(Jomar Henriksen), Kyrre Hellum(Lasse), Marte Aunemo(Lotte), ...
Site Oficial: -

Estamos quase no fim:




E por fim mas não pior que os outros:


O Mensageiro


Dois soldados recebem a tarefa, de comunicar a notícia da morte de outros soldados às respectivas famílias. Apesar da tarefa ser um pouco desconfortável, eles criam uma boa amizade, que é ameaçada quando um deles se apaixona por uma viúva.

Titulo Português: O Mensageiro
Titulo Original: The Messenger
País de Origem: Estados Unidos
Idade Mínima: 12
Género: Drama
Duração: 105 min
Realizador: Oren Moverman
Actores principais: Ben Foster(Sergento Will Montgomery), Woody Harrelson(Capitão Tony Stone), Eamonn Walker(Coronel Stuart Dorsett, ...
Site Oficial: www.themessengermovie.com/

Finalmente o ultimo trailer desta semana:



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Fonte: Vários sites do assunto
Data: 24/02/2010
Por: Pedro

Um grupo de investigadores chegaram à conclusão que comer acelera o metabolismo e por isso pode ajudar o organismo a livrar-se de uma ressaca mais rapidamente.
De acordo com Elin Roberts, da Universidade de Newcastle, a comida não absorve o álcool, mas aumenta o seu metabolismo, ajudando-o a acabar com os efeitos da embriaguez e da ressaca. “Comer, normalmente, fá-lo sentir-se melhor” aconselha Roberts.

“A sandes de bacon é aconselhável porque o pão é rico em carboidratos e o bacon tem muita proteína – e essas substâncias “dão origem” aos aminoácidos. O corpo, na hora da ressaca, precisa de aminoácidos, então a sandes de bacon vai fazer com que se sinta melhor” explica Roberts.

De acordo com a investigação, beber demais faz com que os neurotransmissores do organismo fiquem mais lentos. No entanto, o bacon contém um alto nível de substâncias que farão com que esses neurotransmissores voltem ao normal mais rápido, dando uma sensação de ‘cabeça limpa’.

Cientistas também descobriram uma complexa reacção química que faz o cheiro do bacon – , praticamente irresistível-, quando está a ser frito.

“O cheiro do bacon faz até um vegetariano convicto repensar a sua dieta. E isso não é só por causa da ideia de um bom lanche. É um complexo processo químico que se torna responsável” diz Roberts. “E o cheiro e o gosto das coisas estão intimamente ligados. Se não tivéssemos olfacto, o gosto de certas comidas não seria o mesmo” conclui.

Post Relacionado: A Ressaca vs. A nossa Saúde
Para a próxima que beberem muito e apanharem uma ressaca já sabem! Comer Sandes de Bacon!

Fonte: telegraph.co.uk
Data: 23/02/2010
Por: Wilson

Um livro lançado na Grã-Bretanha reúne fotos das 40 casas de banho com mais espectaculares vistas em todo o mundo.
Para publicar Loo With a View (“Casa de banho com vista”, em tradução livre) o escritor e documentarista britânico Luke Barclay percorreu os cinco continentes durante dois anos.
Ele diz ter procurado espaços “de onde é possível contemplar-se o mundo”.
Segundo a World Toilet Organization, que zela pela higiene sanitária em todo o mundo, uma pessoa passa, em média, três anos da sua vida na casa de banho.”Deveríamos tornar essa experiência a mais emocionante possível”, diz Barclay.
Eis apenas algumas das casas de banho mais espetaculares do mundo...

Canton de Chelly, Arizona (com vista para a Spider Rock com 243 metros de altura)

Guard Tower, Alcatraz (Torre de vigia transformada em casa de banho na prisão de Alcatraz)

Mumin Papa Cafe, Japão (casa de banho das senhoras no interior de um aquário)

Mount McKinley, Alaska (6,193 metros de altitude)

Não me importava nada de visitar estas casas de banho! Principalmente a 3... Apesar de ser de senhoras deve ser espetacular!

Fonte: BBC Brasil & Daily Mail
Data: 22/02/2010
Por: Wilson

Cuidado ao se hospedar na casa de britânicos. Pelo menos de 500 mil deles. Este é o número de pessoas no Reino Unido que só trocam os lençois de casa três vezes ao ano! Sim, três vezes!!!

O quadro assustador foi exibido pela empresa de seguros Sheilas’ Wheels, que realizou recentemente sondagens em várias cidades. Os piores resultados foram obtidos em Londres: um quarto dos moradores admite adoptar a lavagem trimestral. Os britânicos com menos de 25 anos seriam os mais porcalhões. Os mais idosos costumam lavar mais os lençóis: três vezes por mês.

Assim, essas camas britânicas são lar de cerca de 10 milhões de insectos e ácaros.

Os investigadores culpam o frio: com as baixíssimas temperaturas, eles não conseguem sair da cama!

Fazendo bem as contas, descobre-se que só trocam de lençóis de 4 em 4 meses!!! Oh Meu Deus!!!

Fonte: Globo.com
Data: 21/02/2010
Por: Wilson
 

Desde 1974 após a publicação do livro We Never Went to the Moon: America's Thirty Billion Dollar Swindle de Bill Kaysing (apenas 5 anos após a chegada do homem à Lua) que existem conspirações que põem em causa a chegada do Homem à Lua, onde supostamente foi utilizado um cenário para encenar todo o acontecimento.

Vamos lá então dar uma espreitadela a algumas das teorias da conspiração mais famosas (e suas desmistificações) que envolvem a chega do Homem à Lua:

Conspiração- No filme "Capricorn 1" que conta história de como a NASA tem que realizar um embuste de uma expedição humana a Marte, os cenários e alguns planos da câmara são muito parecidos com as das fotografias tiradas na suposta lua, além do mais o módulo espacial do filme tem imensas semelhanças com o módulo Lunar, isto é uma prova de como a NASA provavelmente retirou ideias do filme para os seus próprios cenários do embuste Lunar!

Desmistificação- ...Não nem por isso, pelos simples facto de que o filme saiu em 1978 muito depois de o último homem ter posto os pés na Lua (1972).


Conspiração- Nas fotografias apresentadas pela NASA apenas se vê um horizonte lunar escurecido e sem estrelas. Claramente isto prova que a NASA fez asneira ao criar os cenários do embuste esquecendo-se de ter em consideração as estrelas, por isso é tudo uma grande farsa!

Desmistificação- Há uma coisa que temos que ter bem assente quando falamos deste assunto, o senso comum que aplicamos na Terra não pode ser aplicado à Lua devido às condições muito diferentes encontradas na Lua. Ora agora vamos ver, estamos na lua e queremos tirar uma fotografia, para que ela não fique estragada devido ao excesso de luz, temos que ficar de costas para o sol, e como provavelmente vamos tirar uma fotografia a alguém num fato espacial branco (que devido à sua cor vai reflectir muita da luz que incide em si), o mais óbvio a fazer é diminuir o tempo de exposição do filme fotográfico à luz, aumentando a rapidez com que a objectiva abre e fecha de cada vez que carregamos no botão. Por causa disto os únicos objectos que vamos apanhar na fotografia são objectos luminosos, as estrelas são objectos de muito fraca luminosidade não aparecem nas fotografias.

Conspiração- As sombras nas fotografias tiradas na suposta Lua não são paralelas, o que mostra que há uma outra fonte de luz que as faz mudar de ângulo. Isto é prova de como a NASA falsificou tudo pois por causa de as sombras não serem paralelas demonstra que há mais do que uma fonte de luz, o que leva a crer que foi tudo feito num cenário e recorrendo a iluminação artificial!


Desmistificação- Ok, vamos lá então considerar que para fazer essas sombras não paralelas é preciso mais do que uma fonte de luz, se esse é o caso, então onde estão as múltiplas sombras? Para cada fonte de luz teria que haver uma sombra podem experimentar aí em casa com uma simples caneta, metam-na em pé e apontem duas fontes de luz a ela (duas lanternas por exemplo) qualquer que seja a posição em que as duas fontes de luz apontam para a caneta esta vai sempre reproduzir duas sombras! O que acontece aqui é que estamos a ver uma fotografia em perspectiva e por isso as sombras distantes do módulo lunar parecem ter uma orientação diferente das sombras apresentadas pelas rochas (na fotografia à direita foi replicado o mesmo efeito).


Conspiração- Em algumas fotografias tiradas na suposta Lua é possível ver que a bandeira está a abanar como se estivesse a passar uma pequena brisa, isto prova que a NASA fez tudo na terra pois na Lua não é suposto haver atmosfera, e que o cenário estava provavelmente montado nalgum sitio exterior como por exemplo o deserto do Nevada perto da Área 51! Ah com esta é que foram apanhados os marotos!


Desmistificação- Esta é uma teoria da conspiração interessante pois pelos vistos há quem consiga dizer que a bandeira está a mover-se devido a uma brisa apenas olhando a uma fotografia... ora não é possível fazer tal coisa, pois uma fotografia é uma simples imagem tirada num momento pelo que não se pode julgar se há movimento ou não numa fotografia. Podemos contudo comparar duas fotografias tiradas uma seguida da outro e julgar se dentro do espaço de tempo que as duas cobriram houve movimento ou não. Aqui está um exemplo na wikipédia, é bastante fácil reparar que na pequena animação feita com as duas fotografias tiradas o astronauta mexe-se ligeiramente mas a bandeira não! A bandeira fica com aquela aparência devido à maneira de como ela foi posicionada.

Conspiração- Então e a radiação da cintura de Van Allen? De certeza absoluta que qualquer ser que a tentasse atravessar morreria devido a envenenamento por radiação, a única coisa que poderia proteger os astronautas de quantidades tão grandes de radiações seriam paredes muito espessas na nave espacial, que não existem pois apesar de serem feitas de metal são muito finas e pouco espessas. Está aqui a prova de que como é impossível ir à Lua e por isso a NASA montou uma teia de aldrabices e mentiras!


Desmistificação- A região de Van Allen é uma zona acima da atmosfera terrestre onde o campo magnético natural da Terra aprisiona partículas do vento solar que têm propriedades radioactivas. Um homem desprotegido se ficasse tempo suficiente nessa zona receberia de facto uma dose letal de radiação, mas o facto é que as naves espaciais das missões Apolo demoraram apenas um pouco mais de 1 hora a atravessar a cintura de Van Allen, fazendo com que simplesmente não houvesse tempo suficiente para apanhar uma dose letal de radiação, e contrariamente ao que os teóricos da conspiração dizem, a verdade é que o casco de metal da nave espacial protegia bastante bem os Astronautas no interior, que por sua vez tinham também fatos espaciais vestidos que lhes conferiam mais uma camada extra de protecção. Até o próprio Dr James Van Allen (o cientista que descobriu a existência da Cintura de Van Allen) rejeitou as afirmações de que as doses de radiação seriam fatais para os astronautas. Neste site é possível encontrar uma explicação muito mais detalhada, se não têm problemas com o inglês e querem saber mais sugiro que dêem uma olhadela!

Mas uma das provas mais fortes de que o homem foi à Lua é a própria radiação a que os astronautas estiveram expostos, que segundo exames médicos realizados aos astronautas foi de aproximadamente 20 mSv (mili-Siviert), nos Estados Unidos é considerado que com uma dose de 50 mSv existe um alto risco de contrair cancro. Mas mesmo apesar das quantidades baixas de radiação a que os astronautas foram submetidos, 33 dos 36 astronautas que realizaram as missões Apolo desenvolveram um tipo prematuro de Cataratas, que em testes posteriores provaram ter sido originadas devido a radiações cósmicas que os astronautas apanharam durante as missões.


Bem fico-me por aqui com uma última fotografia, tirada quando o módulo da missão Apolo 8 orbitou à volta da Lua para realizar o caminho de volta em direcção à Terra

cenários e montagens hein?


Fontes:
Bad Astronomy, Wikipédia
e vários outros sites
Data: 20/02/2010
Por: José .R

Mais um top 10 dos mistérios ou fenómenos inexplicáveis do mundo! (Parte 2)

Se quiser visitar o Top 10 dos Mistérios Inexplicáveis! (Parte 1) pode clicar aqui!

Nesta lista segunda lista apresento, outros 10 Mistérios ainda sem solução/explicação. O meu preferido é o desaparecimento dos tripulantes do navio Maria Celeste, que já rendeu e inspirou inúmeras teorias, lendas, livros e filmes. Também acho muito intressante "O Manuscrito Voynich" um livro datado da idade média escrito numa lingua, até agora, completamente desconhecida...

10 – A Dama Babushka


Durante a análise da filmagem do assassinato do presidente John F. Kennedy, em 1963, uma mulher misteriosa foi localizada. Ela estava vestindo um sobretudo avermelhado e um xale na cabeça (o xale é a razão do seu nome já que ela o usou de uma maneira similar ao estilo das avós russas – também conhecidas como babushkas). A mulher parecia estar segurando algo em frente ao seu rosto, o que se acredita ser uma câmera. Ela aparece em várias fotos da cena do crime. Mesmo depois do tiroteio quando a maioria das pessoas fugiu da área, ela permaneceu no lugar e continuou a filmar. Um pouco depois, ela foi vista subindo a East Elm Street. O FBI pediu publicamente que a mulher se revelasse e desse a eles a filmagem, mas ela nunca o fez.

Em 1970 uma mulher chamada Beverly Oliver veio à público e alegou ser a Mulher Babushka, porém a sua história continha muitas inconsistências. Ela é geralmente considerada uma fraude. Até hoje, ninguém sabe quem a mulher Babushka é ou o que estava fazendo lá. Mais estranho é a sua recusa em se revelar e oferecer o seu testemunho.

9 – O assassino do Zodíaco


O assassino do Zodíaco esteve activo no norte da Califórnia por dez meses, no final dos anos 1960. Ele matou pelo menos cinco pessoas e feriu outras duas. Ele cometeu os dois primeiros assassinatos com uma pistola, dentro da fronteira de Benecia. No seu segundo tiroteio em Vallejo, ele tentou matar duas pessoas, mas uma sobreviveu apesar dos ferimentos de bala na cabeça e pescoço. 40 minutos depois a polícia recebeu um telefonema de um homem alegando ser o assassino que estavam procurando, e admitindo os assassinatos das duas últimas vítimas. Num mês, três cartas foram enviadas aos jornais da Califórnia contendo uma escrita em código, que o assassino alegou que revelaria a eles o seu nome. O código foi decifrado e se lê:

“I LIKE KILLING PEOPLE BECAUSE IT IS SO MUCH FUN IT IS MORE FUN THAN KILLING WILD GAME IN THE FORREST BECAUSE MAN IS THE MOST DANGEROUE ANAMAL OF ALL TO KILL SOMETHING GIVES ME THE MOST THRILLING EXPERENCE IT IS EVEN BETTER THAN GETTING YOUR ROCKS OFF WITH A GIRL THE BEST PART OF IT IS THAE WHEN I DIE I WILL BE REBORN IN PARADICE AND THEI HAVE KILLED WILL BECOME MY SLAVES I WILL NOT GIVE YOU MY NAME BECAUSE YOU WILL TRY TO SLOI DOWN OR ATOP MY COLLECTIOG OF SLAVES FOR MY AFTERLIFE EBEORIETEMETHHPITI”

As últimas 8 letras não foram decifradas. Apesar de Arthur Leigh Allen ser o principal suspeito, todas as evidências iam contra ele ser o assassino. Até hoje, os assassinatos do Zodíaco não foram solucionados.

8 – O Triângulo das Bermudas


O triângulo das Bermudas é uma área de água no Oceano Atlântico Norte na qual um grande número de aviões e barcos desapareceram em circunstâncias misteriosas. Ao longo dos anos muitas explicações surgiram sobre os desaparecimentos, incluindo mau tempo, raptos alienígenas, distorções do tempo e suspensão das leis da física.

Apesar de existir documentação substancial mostrando que muito dos depoimentos foram exagerados, ainda não há uma explicação para os inúmeros e contínuos desaparecimentos na área.

7 – Jack, o Estripador


Na segunda metade do ano de 1888, Londres foi aterrorizada por uma série de assassinatos no East End (bairro judeu no leste de Londres) (principalmente na área de Whitechapel). O nome “Jack Estripador” foi tirado de uma carta enviada ao jornal na época, por uma pessoa que alegava ser o assassino. As vítimas normalmente eram prostitutas, que tinham suas gargantas cortadas e corpos mutilados. Em alguns casos os corpos eram encontrados logo minutos depois do assassino ter deixado a cena do crime.

Na época a polícia tinha vários suspeitos, mas nunca encontrou evidência suficiente para convencer as pessoas. Em épocas mais recentes tem havido alguma especulação de que o Príncipe Albert Victor era o assassino. Mesmo com os métodos policiais modernos, nenhuma nova luz foi jogada sobre os assassinatos. Até hoje, ninguém sabe quem foi o estripador.

6 – O Manuscrito Voynich


O manuscrito Voynich é um documento medieval escrito com um alfabeto desconhecido e numa língua desconhecida. Por mais de cem anos pessoas têm tentado decifrar o código, sem conseguir. A impressão geral causada pelas páginas sobreviventes do manuscrito sugere que ele deveria servir como uma farmacopéia ou para discorrer sobre tópicos de medicina medieval ou até medicina moderna. De qualquer modo, os estranhos detalhes das ilustrações inspiraram várias teorias sobre a origem do livro; o conteúdo do seu texto, e para qual propósito era intencionado.

O documento contém ilustrações que sugerem que o livro possui seis partes: Herbário, Astronômico, Biológico, Cosmológico, Farmacêutico e receitas.

5 – Conde de St. Germain


O conde de St. Germain (alega-se que morreu em 27 de Fevereiro de 1784) foi um cortesão, aventureiro, inventor, cientista amador, violinista, compositor amador e um cavalheiro estranho; ele também mostrava algumas habilidades com a prática da alquimia. Ele era conhecido como “Der Wundermann” – algo como “o homem maravilha”. Ele era um homem cuja origem era desconhecida e que desapareceu sem deixar rastros.

Desde sua morte, várias organizações ocultistas o adotaram como modelo, ou mesmo como uma deidade poderosa.  Em épocas recentes várias pessoas alegaram ser o Conde de St. Germain.  (note que o St. – santo -  nada tem a ver com a Igreja Católica Romana, e sim com o lugar que ele dizia ser de origem.)

4 – Dália Negra


Em 1947 o corpo da jovem de 22 anos Elizabeth Short foi encontrado em dois pedaços num estacionamento em Los Angeles. De acordo com os relatos dos jornais logo após o assassinato, Short recebeu o apelido “Dália Negra” numa farmácia de Long Beach no verão de 1946, como uma brincadeira com o então actual-filme “The Blue Dahlia” (A Dália Azul). De qualquer modo, os relatos do advogado de investigação do distrito de Los Angeles afirmaram que o apelido foi inventado pelos jornais que estavam cobrindo o assassinato. Em qualquer caso, Short não era conhecida como “Dália Negra” durante a sua vida.

Muitos rumores e lendas se propagaram sobre a Dália Negra, e a investigação (uma das maiores da história de LA) nunca encontrou o assassino.

3- O “hum de Taos”


O “hum de Taos” é um som de tom baixo (grave) ouvido em inúmeros lugares ao redor do mundo, especialmente nos Estados Unidos, Reino Unido e norte da Europa. Normalmente só é ouvido em ambientes silenciosos, e é frequentemente descrito como parecendo ser o som de um motor à diesel distante. Desde que foi provado ser indetectável por microfones ou antenas VLF, a sua fonte e natureza ainda são um mistério.

Em 1997, o Congresso ordenou a cientistas e observadores de alguns dos mais prestigiados institutos de pesquisa da nação para investigar um estranho ruído de baixa freqüência ouvido pelos residentes de dentro e dos arredores de uma pequena cidade chamada Taos, no Novo México. Por anos aqueles que ouviram o barulho, frequentemente descrito por eles como sendo um “hum”, têm procurado respostas. Até hoje, ninguém sabe a causa do “hum”.

2 – Maria Celeste (Mary Celeste)


O Maria Celeste foi lançado na Nova Escócia, em 1860. O seu nome original era “Amazon” (amazonia). Tinha 31 metros de comprimento, deslocava 280 toneladas e foi registrado como um meio-brigue (Brigue: Navio de dois mastros).  Pelos próximos 10 anos o navio envolveu-se em inúmeros acidentes no mar, e passou por um número de donos. No final das contas ele apareceu num leilão de “salvação” no qual foi comprado por $3.000. Depois de muitos reparos, foi colocado sobre registro americano e renomeado como “Maria Celeste”.

O novo capitão do “Maria Celeste” foi Benjamin Briggs, 37 anos, um mestre com três comandos anteriores. Em 7 de Novembro de 1872, o navio partiu de Nova York com o Capitão Briggs, sua esposa, filha pequena e uma tripulação de oito. O navio foi carregado com 1.700 barris de álcool americano cru, com destino à Genoa, Itália. O capitão, sua família e tripulação nunca mais foram vistos. O navio foi encontrado flutuando no meio do Estreito de Gibraltar. Não havia sinal de lutas no navio e todos os documentos, exceto o diário de bordo do capitão, estavam desaparecidos.

No início de 1873, foi reportado que dois barcos salva-vidas encalharam na Espanha, um com um corpo e uma bandeira americana, o outro contendo cinco corpos. Tem sido alegado que esses devem ter sido os resquícios da tripulação do Maria Celeste. Entretanto, aparentemente os corpos nunca foram identificados.

1 - Sudário de Turim



A mortalha de Turim ou o Sudário de Turim é um pedaço de linho que contém a imagem de um homem que aparentemente morreu de crucifixão. Muitos católicos o consideram como sendo o manto que envolveu o corpo de Jesus Cristo. Atualmente está guardado na Catedral de São João Batista, em Turim, Itália.  Apesar de várias investigações científicas, ninguém ainda conseguiu explicar como a imagem foi impressa na mortalha, e apesar de várias tentativas, ninguém ainda conseguiu replicar o feito. Testes de radiocarbono o dataram como da Idade Média, porém os apologistas do sudário acreditam que ele é incorrupto – e a datação por carbono só pode datar coisas que decaem.

Anterior à idade média, relatos da mortalha existem como a Imagem de Edessa – confiavelmente reportados desde pelo menos o século 4. Além disso, outro tecido (o Sudário) conhecido desde os tempos bíblicos (João 20:7) é dito ter coberto a cabeça de Cristo na tumba. Um estudo de 1999 de Mark Guscin, um membro da equipe de investigação multidisciplinar do Centro Espanhol de Sindonologia, investigou a relação entre os dois tecidos. Baseado na história, patologia forense, tipo sangüíneo (do Sudário é relatado ter manchas de sangue AB), e padrões de manchas, ele concluiu que os dois tecidos cobriram a mesma cabeça em dois períodos distintos, mas próximos de tempo. Avinoam Danin (um pesquisador da Universidade Hebréia de Jerusalém) concordou com esta análise, acrescentando que os grãos de pólen no Sudário são os mesmos da mortalha.

Fonte: vários sites, incluindo, wikipedia e The List Universe
Data: 19/02/2010
Por: Wilson

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Etimologia da Palavra:

Do Japonês
キリ (kiribian), a partir 切り いい (kiri nenhuma proibição ii) - "um número que é um bom lugar para parar", "um número redondo".

Singular:

Kiriban

Plural:

Kiribian ou Kiribians


Significado da Palavra:

Um marco, um número interessante apresentado num contador web, como o 10.000, 100.000, etc, particularmente, um escolhido pelo proprietário do site com a finalidade de dar um prémio a quem o alcançar.

Por: Wilson